31
JAN
2020

Técnicos da Agersa se formam pelo GRAER

 

Buscando a excelência do trabalho e o cumprimento da legislação do setor, a AGERSA buscou o apoio do GRAER – Grupamento Aéreo da Polícia Militar da Bahia e iniciou a  formação dos seus técnicos através da participação no CORPAS- Curso para operadores de aeronaves remotamente pilotadas. A formatura da turma, aconteceu na manhã desta quinta-feira (31/01) na Sede do GRAER em Salvador.

O CORPAS é um curso de excelência, muito bem reputado em todo o Brasil, voltado para multirrotor classe 3, conforme classificação da ANAC.

Ocorre na modalidade EAD, semipresencial, ministrado pela própria equipe do Graer.  São 120h/a distribuídas em 4 semanas.

Além da fase teórica à distância, há também aulas práticas de voo e avaliação para verificação de proficiência. Antes de ser submetido ao cheque, o aluno passa por uma avaliação psicológica com uma psicóloga com especialização em fatores humanos na aviação.

A última semana envolve atividades presenciais de palestras e visitas técnicas. A equipe técnica da Diretoria de Fiscalização da AGERSA passa a contar com o incremento de drones na realização do seu trabalho de campo.

São inúmeras as vantagens que o uso do veículo aéreo não tripulado pode agregar ao trabalho da fiscalização,  a começar pelo baixo custo operacional.

Além disso, reduz a exposição da equipe a riscos, pois evita que adentre as áreas difícil acesso, por exemplo. Os drones possibilitarão um mapeamento mais completo da área ou equipamento a ser fiscalizado, o que dá maior precisão ao diagnóstico.

As aeronaves remotamente pilotadas precisam estar homologadas junto à Anac, Anatel e DCEA e estão sujeitas às mesmas normas de uma aeronave tripulada, de segurança e aeronavegabilidade. Por isso, os pilotos precisam ser capacitados para desempenhar tal tarefa.

A Diretora de Fiscalização Telkia Cajahyba, participou da primeira turma, com o intuito de entender as demandas e desafios que essa inovação traz para a atividade, além de se apropriar das novas responsabilidades que passam a ser agregadas, podendo ter uma interlocução mais fluida e contextualizada com a equipe técnica.

“A tecnologia não tem o protagonismo, mas quando bem utilizada, pode se tornar uma valorosa aliada para o trabalho da equipe e a intenção da Agersa é buscar a excelência na área de fiscalização técnica”, contou a Diretora.

A Priscila Abade que é uma das engenheiras que compõe o quadro técnico da Agersa, falou sobre a importância do curso na sua atuação, a partir da sua formação.

“Agora temos ainda mais conhecimento para ser realizada uma fiscalização nos 368 municípios de forma diferenciada pela segurança e pela produtividade”, finalizou.

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